Rivera - A saga de uma combi

Marcão15/02/2026
Rivera - A saga de uma combi

Atenção: nenhum nome, local ou data foram alterados para a segurança dos integrantes. Os fatos podem ou não terem acontecido, depende para qual dos integrantes tu vai perguntar.

(Ler com a voz do Márcio Seixas, o Batman)

AVISO DADO. AGORA VAMOS AO EVENTO DO ANO, MELHOR QUE A COPA SAFADÃO!

Não lembro a data e nem horário, mas estávamos em meio a uma gravação quando, de repente, Edu solta a inesquecível frase:

"Eu vou me casar."

Aquilo, para mim, foi algo diferente, porque negrão não avisa que vai casar. Negrão simplesmente se junta com a namorada de 4 meses de namoro e separam depois de terem um filho. Ou casam depois de 30 anos, quando o pai saiu pra comprar cigarro e volta.

Mas agora, voltando para o nosso assunto principal: após essa notícia e a volta dessa realidade paralela, eu tinha o DEVER de organizar a despedida de solteiro do Edu. Logo começo a ligar para alguns conhecidos e já preparar o "Edupalloza". E se tratando de Edu casando e eu na organização, só podíamos fazer algo monumental.

Imediatamente ligo para Manolo, meu amigo da fronteira que certa vez salvei de uma confusão com um flanelinha em Capão, em algum verão aí. Perguntei a ele as condições de irmos para Rivera para uma despedida de solteiro de um grande amigo.

Manolo, de pronto, responde:

"Hermano de mi hermano es mi hermano también, negron."

Então, o destino e o local já estavam definidos:

O BERGAMOTA IRIA PARA RIVERA!

(acharam que nós iríamos para o Adegas ou Dominó, né?!)

Destino traçado, agora tínhamos que ver como iríamos. Para um evento tão importante, não podíamos ir de ônibus, iria tirar a mágica do momento. Então liguei para o nosso estagiário, o Rafai, e perguntei se ele conhecia ou conseguia com alguém algum carro.

Mais tarde, ele me retorna dizendo que havia conseguido uma ”combi ex-escolar" e se podíamos ir com ela. Não via problema algum, né? Então confirmei de pronto.

Agora só tínhamos que juntar o nosso elenco, e essa era a parte mais difícil de tudo. Todos nós já tínhamos concordado. Lemos havia pedido apenas para fazermos uma parada em Passo Fundo para ele ver seu filho (pai de pet, né).

Rafai e eu também já estávamos com tudo pronto, mas faltava ele… o dono da festa, o noivo mais inesperado dos últimos anos, desde Fábio Jr. em 1984.

Edu estava irredutível em não aceitar. Mas como iríamos para Rivera sem o noivo?!

Bailarinas do Soléi, open de churrasco, Bonde do Tigrão, Belo, cover do Michael Jackson, cosplayers de animes, 3 cassinos, entre outros eventos que só Rivera pode nos proporcionar, estavam nos esperando. Eu não poderia aparecer sem o Edu.

Talvez fosse o fato de ele não confiar muito em mim e em alguém chamado Manolo organizando uma festa… e ela sendo longe o suficiente de casa que nenhum ônibus aceitaria TRI ou TEU. Pode ter sido um dos motivos, né?! Eu também não confiaria.

Após mais alguns pedidos e novas recusas, não tive outra opção: tive que acionar alguns amigos do S.S.C. (Serviço Secreto de Cidreira).

O Edu iria, mas não do jeito convencional.

HAHAHAHAHAH (som da risada do Edu).

E com essa risada encerramos o capítulo dessa semana.

Semana que vem voltamos com mais um capítulo:

A VIAGEM – TODOS COM SUAS MÁSCARAS?

OBRIGADO A TODOS QUE LERAM ATÉ AQUI.

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