Coluna semanal do Edu #10 - um Stranger mais Things ainda.

Edu Kawasashi15/02/2026
Coluna semanal do Edu #10 - um Stranger mais Things ainda.

Eu gostei do final.

Pronto, falei. Que declaração mais poderosa nos dias de hoje: gostar de algo popular sem pedir desculpa antes. Gente, eu sou o Edu, por favor. E eu também sei que ninguém lê isso — o que me dá ainda mais liberdade para seguir.

Ok, vamos lá.

Desde o início eu achei tudo muito RPG, no melhor sentido possível. Cada personagem usando sua arminha exatamente como a própria classe mandava, todo mundo bonitinho no manual, lutando contra um monstro gigante que, diga-se de passagem, estava lindo. Design caprichado, parabéns ao departamento do capeta.

O que eu mais esperava era ver o grupo no perrengue antes do clássico Deus ex Machina chegar descendo a pedrada — e quando chegou… meu amigo… foi magnífico (riso). Cara, ela deu uma pedrada no monstro. Uma PEDRADA. Eu não aguentei. Chorei de rir. Cinema.

Achei forçadinha aquela demonstração do treinamento dela na luta? Achei, sim. Mas a Netflix precisava justificar que ela era páreo, então fez questão de nos lembrar da parte 01, quando ela treinava. Funcionou? Mais ou menos. Passei pano? Passei. A gente segue.

A treta com o Vecna… olha, muito empurra-empurra e pouco soco na cara. O auge da ofensiva do sujeito foi esticar a mão e tentar pegar a menina com aquelas garras nojentas, dignas de quem passou tempo demais sem cortar a unha. Garras essas que entraram tão fundo na mente do xerife que ele jurou ter dado uns PATECO, PATECO (onomatopeia tosca de tiro) na Onze (riso). Não me aguentei de novo. Foi mais psicológico do que físico, claramente.

Winona… eu te amo desde Edward Mãos de Tesoura e, minha filha, tu simplesmente não decepciona. Linda. Deusa da minha vida. Decapitou bonito. Eu adoro cenas de treta regadas a flashback — menos em Cavaleiros do Zodíaco, por razões óbvias, traumas coletivos e respeito ao meu tempo de vida.

E aí fica a pergunta que não quer calar: a Onze morreu ou não? Kali aprontou das suas ou não?

Eu gosto de finais abertos. Acho que eles são feitos para um público que curte imaginar possibilidades, teorizar, brigar em fórum e escrever textão — não estou chamando ninguém de burro, calma. Se você não curte final aberto, eu te entendo também. Afinal, existe uma diferença enorme entre finais abertos bem feitos e finais abertos que só existem porque ninguém sabia como terminar.

No geral? Funcionou. Me divertiu. Ri onde não devia. Passei pano onde precisei. E é isso que importa.

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